- Bom, eu fazer pipoca, vocês preferem doce ou salgada? – Indagou Julia animada.
- Eu gosto de doce, mas sei que a Mari prefere salgada, então melhor fazer salgada. – Felipe afirmou sorridente.
Mariana permanecia calada alheia ao dialogo que estava acontecendo, só despertou com o baque da porta da cozinha quando Julia saiu e com a aproximação de Felipe, por reflexo deu um passo para trás o que fez Felipe parar apreensivo.
- Porque você só foge de mim desde aquela noite? Eu não mordo sabia?! – Felipe perguntou mantendo a distancia.
- Como você?O que você? Mas que raios esta acontecendo aqui?Agora vocês tramam as coisas pelas minhas costas é? Que GRANDE amiga que tenho, não é mesmo JULIA?- Mariana perguntou confusa e alterada.
- Ele que teve a idéia! – Julia gritou da cozinha abafando uma risada.
- Agora vocês que se acertem, porque a pipoca já vai ficar pronta, eu vou fazer dos dois tipos pra todo mundo ficar feliz – continuou ironizando.
- Agora você me escuta ou você me escuta, eu deixo até você escolher. – começou Felipe brincando.
- Haha, que cômico que você é. – Mariana respondeu sarcástica.
- Você não quis me dar uma oportunidade de eu me explicar, eu criei a oportunidade, com a ajuda da Ju é claro, mas a idéia foi minha mesmo, não desconte nela – explicou ele defendendo Julia.
- O que você tem de tão importante para me dizer? Eu sei o que vou ouvir e não quero ouvir o discurso de ‘Eu te adoro como amiga. Preciso de você como amiga e blábláblá’ então se é uma coisa que todo mundo já sabe, porque expor? É besteira – Mariana despejou sem parar para respirar, rápido.
- É por isso que você esta me evitando desde aquele dia? – afirmou Felipe.
- Não vi alternativa – disse Mariana sentando no sofá de braços cruzados.
- Mas quem disse que é isso que eu quero dizer pra você? Que foi o idiota que pensou que eu seria burro o bastante pra te deixar fugir assim? Sem nem tentarmos. – Felipe disse sentando ao lado dela.
- Agora eu não entendi. – afirmou Mariana confusa.
- Você e sua mania de achar que pode adivinhar tudo, você não é adivinha, não sabe o que se passa dentro do coração das pessoas, principalmente o meu. – Felipe explicou colocando a mão sobre a mão dela.
- Mas então? O que você que me dizer? Que você sempre pensou em mim como uma garota ‘namorável’ – disse Mariana confusa fazendo aspas no ar.
- Confesso que eu realmente nunca tinha pensado em você desse jeito, mas não por você não ser namorável como você acabou de dizer, mas porque o meu carinho era tanto por ti que na minha cabeça só havia carinho de irmão por você, mas depois daquela noite aonde eu fui metralhado de informações que eu nem desconfiava eu parei para pensar em todos os anos da nossa amizade e de tudo que passamos juntos e da raiva que sinto quando aquele Renato te chama de gatinha ou coisas assim, descobri que não era proteção de irmão com você, era puro ciúmes me desculpa se eu sou tão lento como você lamentou na nossa ultima conversa. – Felipe disse olhando para baixo.
- Eu não quero brigar com você, disse coisas sem pensar na hora do desespero naquela noite e não me orgulho disso e para inicio de conversa nem era para mim te dizer tudo que disse, eu simplesmente deixei escapar e então preferi contar tudo, mas não do jeito que eu havia planejado, foi totalmente diferente e confuso, eu também lhe devo desculpas. – confessou Mariana olhando para as suas mãos unidas com as dele.
- Podemos fazer um trato, esquecemos as desculpas e começamos de novo, que tal? – ofereceu Felipe sorrindo agora.
- Como assim? – Perguntou confusa Mariana.
- Depois eu que sou o lento da história. – brincou Felipe rindo.
- Não ria, eu estou ainda meio tonta depois de ficar sem respirar uns minutos antes. – Mariana disse rindo baixo.
- Então para ficar bem obvio eu vou ser bem claro. – Felipe disse ficando de joelhos em frente ao sofá.
- Eu gosto de doce, mas sei que a Mari prefere salgada, então melhor fazer salgada. – Felipe afirmou sorridente.
Mariana permanecia calada alheia ao dialogo que estava acontecendo, só despertou com o baque da porta da cozinha quando Julia saiu e com a aproximação de Felipe, por reflexo deu um passo para trás o que fez Felipe parar apreensivo.
- Porque você só foge de mim desde aquela noite? Eu não mordo sabia?! – Felipe perguntou mantendo a distancia.
- Como você?O que você? Mas que raios esta acontecendo aqui?Agora vocês tramam as coisas pelas minhas costas é? Que GRANDE amiga que tenho, não é mesmo JULIA?- Mariana perguntou confusa e alterada.
- Ele que teve a idéia! – Julia gritou da cozinha abafando uma risada.
- Agora vocês que se acertem, porque a pipoca já vai ficar pronta, eu vou fazer dos dois tipos pra todo mundo ficar feliz – continuou ironizando.
- Agora você me escuta ou você me escuta, eu deixo até você escolher. – começou Felipe brincando.
- Haha, que cômico que você é. – Mariana respondeu sarcástica.
- Você não quis me dar uma oportunidade de eu me explicar, eu criei a oportunidade, com a ajuda da Ju é claro, mas a idéia foi minha mesmo, não desconte nela – explicou ele defendendo Julia.
- O que você tem de tão importante para me dizer? Eu sei o que vou ouvir e não quero ouvir o discurso de ‘Eu te adoro como amiga. Preciso de você como amiga e blábláblá’ então se é uma coisa que todo mundo já sabe, porque expor? É besteira – Mariana despejou sem parar para respirar, rápido.
- É por isso que você esta me evitando desde aquele dia? – afirmou Felipe.
- Não vi alternativa – disse Mariana sentando no sofá de braços cruzados.
- Mas quem disse que é isso que eu quero dizer pra você? Que foi o idiota que pensou que eu seria burro o bastante pra te deixar fugir assim? Sem nem tentarmos. – Felipe disse sentando ao lado dela.
- Agora eu não entendi. – afirmou Mariana confusa.
- Você e sua mania de achar que pode adivinhar tudo, você não é adivinha, não sabe o que se passa dentro do coração das pessoas, principalmente o meu. – Felipe explicou colocando a mão sobre a mão dela.
- Mas então? O que você que me dizer? Que você sempre pensou em mim como uma garota ‘namorável’ – disse Mariana confusa fazendo aspas no ar.
- Confesso que eu realmente nunca tinha pensado em você desse jeito, mas não por você não ser namorável como você acabou de dizer, mas porque o meu carinho era tanto por ti que na minha cabeça só havia carinho de irmão por você, mas depois daquela noite aonde eu fui metralhado de informações que eu nem desconfiava eu parei para pensar em todos os anos da nossa amizade e de tudo que passamos juntos e da raiva que sinto quando aquele Renato te chama de gatinha ou coisas assim, descobri que não era proteção de irmão com você, era puro ciúmes me desculpa se eu sou tão lento como você lamentou na nossa ultima conversa. – Felipe disse olhando para baixo.
- Eu não quero brigar com você, disse coisas sem pensar na hora do desespero naquela noite e não me orgulho disso e para inicio de conversa nem era para mim te dizer tudo que disse, eu simplesmente deixei escapar e então preferi contar tudo, mas não do jeito que eu havia planejado, foi totalmente diferente e confuso, eu também lhe devo desculpas. – confessou Mariana olhando para as suas mãos unidas com as dele.
- Podemos fazer um trato, esquecemos as desculpas e começamos de novo, que tal? – ofereceu Felipe sorrindo agora.
- Como assim? – Perguntou confusa Mariana.
- Depois eu que sou o lento da história. – brincou Felipe rindo.
- Não ria, eu estou ainda meio tonta depois de ficar sem respirar uns minutos antes. – Mariana disse rindo baixo.
- Então para ficar bem obvio eu vou ser bem claro. – Felipe disse ficando de joelhos em frente ao sofá.
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