Quando eles já estavam saindo do campo de visão do portão Renato sente alguém puxando seu ombro e um baque forte em seu rosto o fazendo bambear.
- ONDE VOCÊ PENSA QUE VAI COM A MARIANA? E VOCÊ DONA MARIANA, ONDE QUE PENSA QUE VAI COM ESSE CARA? – Felipe gritou com raiva e ciúmes.
- Eu não estou a fim de ir aula hoje então vou matar aula com o Renato, ALGUM PROBLEMA? – Mariana respondeu alterada.
- O único problema é que você vai com esse cara, ele não é um bom exemplo pra você, você sabe disso! A tia Carmem não vai gostar de saber que você anda se metendo com esse tipo de gente – ameaçou Felipe.
- QUAL É CARA? Vai me bater e sair assim? Na boa, não mesmo! Se ela quiser sair comigo ela sai, não é um moleque que nem você que vai me impedir de sair com a gata. Vamos gatinha – Renato chamou indo em direção ao final da rua.
Quando Renato percebe que Mariana não esta o seguindo volta e tentar puxar ela pelo braço, impedido por Felipe que se atravessa na frente da amiga, indo contra a cara feia que recebe dela.
- Pode sair da frente? E depois vai limpar as fraldas, estou sentindo o cheiro daqui – Brincou Renato empurrando Felipe.
- Você não vai levá-la tão fácil assim – Felipe disse indo na direção de Renato.
Renato que já esperava isso acerta um soco no braço de Felipe que sente, mas não desiste acertando um soco no olho de Renato que cambaleia e cai sentando no meio da rua que era cercada de olhos curiosos de alunos e pessoas que passavam na rua.
Felipe olha na direção em que antes estava Mariana e Julia, mas só havia Julia com cara de desculpas que saiu andando.
À tarde Felipe passou na casa de Julia, pois tinha montado um plano para poder falar com Mariana sem que ninguém atrapalhasse de novo.
Felipe já sabia o que queria e já tinha pensado em tudo, só queria uma chance de falar com Mariana então ele marcou com Julia de passar na casa dela para eles agirem.
À noite Felipe vai até a casa de Julia e eles terminam de arrumar as coisas e colocarem o plano em pratica.
Julia foi ate a casa da amiga e pediu para a mãe de Mariana não avisar que ela ia subir de surpresa.
- Mari, quer ir lá na minha casa ver um filme? Eu aluguei um ótimo, comédia. Se você tu não tiver a fim de ver a gente pode conversar, mas temos que sair desse quarto! – pediu Julia puxando o pé da amiga que estava escondida embaixo dos lençóis.
- Poxa Julia, eu não quero sair daqui nunca mais, passei tanta vergonha hoje que passar a minha vida aqui em baixo me parece uma boa idéia. – Afirma Mariana sorrindo em o rosto escondido.
- Deixa de ser infantil e vamos lá pra casa. – Julia disse puxando o cobertor de cima de Mariana.
- Ok, ok. Você venceu, eu só preciso de 5 minutos pra tocar de roupa. – Mariana se rendeu levantando indo em direção ao guarda roupa.
Quando Mariana terminou Julia já estava a arrastando para a rua, atravessando a rua elas entraram na casa que estava vazia, ou pelo menos aparentava estar.
Julia entrou na frente já indo em direção a sala sem nem ligar a luz. Quando Mariana entrou e ligou a luz, viu algo que ela menos imaginava. Felipe estava sentado no sofá com o filme já no DVD olhando para as duas, sorrindo
quarta-feira, 28 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Sem intenção... (part IV)
Algo que não aconteceu na casa de Mariana, que com o celular na mão só sentindo vibrar a cada ligação que ela não atendia passou a noite em claro pensando na besteira que havia feito como ela teve coragem de fazer aquele papelão na frente do Felipe? Como ela vai à escola agora sabendo que vai ver ele e que não pode fazer nada para mudar o que já foi feito.
Sono não veio só a dor de saber que acabara de perder sem a perspectiva de voltarem a ser amigos, a amizade dele já bastava.
No domingo o dia amanheceu cinza ameaçando com chuviscos, o clima não ajudava em nada parar melhorar o humor de ambos.
Mariana passou o dia todo trancada em casa sem atender aos telefonemas de Felipe e de Julia, mas Julia não ia deixar barato, foi até a casa da amiga e sem cerimônias entrou no quarto da amiga preocupada.
- Mari, qual foi o problema?Você não atendeu ao meu telefonema e a tia Carmem esta preocupada porque você nem desceu para comer, me conta o que aconteceu – Julia pediu sentada na beira da cama fitando a amiga.
- Aconteceu o que eu sabia que ia acontecer, aconteceu que eu deixei escapar para o Felipe que gostava dele e ele ficou chocado e confuso e a gente acabou discutindo e eu estou evitando os telefonemas dele desde ontem, ele tenta falar comigo desde a madrugada de ontem, deve ter umas cem ligações não atendidas dele – Mariana disse rápida e sem parar para respirar.
- Mas porque você não atende o telefonema dele? Se ele quer falar com você, deve ser importante! – Julia tentando acalmar a amiga.
- Eu sei o que ele quer falar comigo, eu não quero o ouvir dizer que só quer ser meu amigo e que nunca pensou na gente como um casal e que e eu sou uma idiota bobona – Mariana disse com a voz abafada pelo travesseiro.
- Deixa de ser boba, ele não vai dizer isso até porque se fosse para dizer isso ele não estaria tentando falar com você até agora – Julia disse firme acalmando Marina.
Celular começa a vibrar novamente, pela milésima vez desde a primeira ligação, Julia olha para Mariana e vai em direção ao celular.
- Mari, finalmente você me atendeu eu preciso falar com você urgentemente! – Felipe disse rapidamente aliviado
- Calma Lipe, sou eu a Julia. A Mari não pode te atender agora, desculpa – Julia disse com a voz baixa com pena de Felipe.
- Ok eu entendo, mas eu preciso falar com ela Julia, eu quero esclarecer as coisas, porque eu não sei o que pensar disso, eu nunca pensei em nós desse jeito, mas ontem quando eu tava vindo pra casa eu pensei e tudo mais e eu queria conversar na boa com a Mari. – Felipe disse com a voz preocupada.
- Eu passo o recado Lipe, obrigada por ligar – Julia disse encerrando a ligação.
- Eu que agradeço por você me escutar Julia, muito obrigado e a gente conversa amanhã na escola. – Felipe se despediu da amiga e desligou o celular.
Domingo passou rápido demais para Mariana e lento demais para Felipe.
Segunda – feira chegou e logo pela manhã Mariana estava nervosa para ir à escola, ela queria evitar esse encontro o máximo possível.
Esperou a amiga na frente da sua casa e foi conversando com ela até a escola que eram a dois quarteirões dali, chegando a frente à escola vê pela grade Felipe a esperando logo ao pé da escada com os braços cruzados frente ao peito, nervoso.
Ao chegar ao portão seu olhar cruza com o de Felipe que prontamente abre um largo sorriso que logo desaparece na mesma velocidade ao ver Renato esperando Mariana.
Mariana ao ver Renato sente se coração relaxar, uma fuga, era isso que ela precisava agora. Renato que não era nenhum exemplo de boa pessoa ou de amigo, mas ele era divertido e engraçado, tinha 18 anos e parado de estudar aos 15, definitivamente não era um bom exemplo, dane-se ela queria matar aula hoje mesmo.
- Renato! Justamente quem eu precisava ver – disse Mariana feliz abraçando o amigo ignorando os olhares mortíferos que Felipe lançava para os dois.
- Precisa de mim pra que? Conta pra mim gatinha – Renato indagou usando o tom sedutor típico.
- Eu quero matar aula hoje, me ajuda? – Mariana pediu desviando o olhar do rosto de Julia que não acreditava no que estava ouvindo.
- Claro, quer ir pra onde? A minha casa fica vazia essa hora, que tal? – Renato propôs passando o braço em volta dos ombros dela.
- A gente decide isso no caminho – Mariana desconversou já indo em direção a rua.
Sono não veio só a dor de saber que acabara de perder sem a perspectiva de voltarem a ser amigos, a amizade dele já bastava.
No domingo o dia amanheceu cinza ameaçando com chuviscos, o clima não ajudava em nada parar melhorar o humor de ambos.
Mariana passou o dia todo trancada em casa sem atender aos telefonemas de Felipe e de Julia, mas Julia não ia deixar barato, foi até a casa da amiga e sem cerimônias entrou no quarto da amiga preocupada.
- Mari, qual foi o problema?Você não atendeu ao meu telefonema e a tia Carmem esta preocupada porque você nem desceu para comer, me conta o que aconteceu – Julia pediu sentada na beira da cama fitando a amiga.
- Aconteceu o que eu sabia que ia acontecer, aconteceu que eu deixei escapar para o Felipe que gostava dele e ele ficou chocado e confuso e a gente acabou discutindo e eu estou evitando os telefonemas dele desde ontem, ele tenta falar comigo desde a madrugada de ontem, deve ter umas cem ligações não atendidas dele – Mariana disse rápida e sem parar para respirar.
- Mas porque você não atende o telefonema dele? Se ele quer falar com você, deve ser importante! – Julia tentando acalmar a amiga.
- Eu sei o que ele quer falar comigo, eu não quero o ouvir dizer que só quer ser meu amigo e que nunca pensou na gente como um casal e que e eu sou uma idiota bobona – Mariana disse com a voz abafada pelo travesseiro.
- Deixa de ser boba, ele não vai dizer isso até porque se fosse para dizer isso ele não estaria tentando falar com você até agora – Julia disse firme acalmando Marina.
Celular começa a vibrar novamente, pela milésima vez desde a primeira ligação, Julia olha para Mariana e vai em direção ao celular.
- Mari, finalmente você me atendeu eu preciso falar com você urgentemente! – Felipe disse rapidamente aliviado
- Calma Lipe, sou eu a Julia. A Mari não pode te atender agora, desculpa – Julia disse com a voz baixa com pena de Felipe.
- Ok eu entendo, mas eu preciso falar com ela Julia, eu quero esclarecer as coisas, porque eu não sei o que pensar disso, eu nunca pensei em nós desse jeito, mas ontem quando eu tava vindo pra casa eu pensei e tudo mais e eu queria conversar na boa com a Mari. – Felipe disse com a voz preocupada.
- Eu passo o recado Lipe, obrigada por ligar – Julia disse encerrando a ligação.
- Eu que agradeço por você me escutar Julia, muito obrigado e a gente conversa amanhã na escola. – Felipe se despediu da amiga e desligou o celular.
Domingo passou rápido demais para Mariana e lento demais para Felipe.
Segunda – feira chegou e logo pela manhã Mariana estava nervosa para ir à escola, ela queria evitar esse encontro o máximo possível.
Esperou a amiga na frente da sua casa e foi conversando com ela até a escola que eram a dois quarteirões dali, chegando a frente à escola vê pela grade Felipe a esperando logo ao pé da escada com os braços cruzados frente ao peito, nervoso.
Ao chegar ao portão seu olhar cruza com o de Felipe que prontamente abre um largo sorriso que logo desaparece na mesma velocidade ao ver Renato esperando Mariana.
Mariana ao ver Renato sente se coração relaxar, uma fuga, era isso que ela precisava agora. Renato que não era nenhum exemplo de boa pessoa ou de amigo, mas ele era divertido e engraçado, tinha 18 anos e parado de estudar aos 15, definitivamente não era um bom exemplo, dane-se ela queria matar aula hoje mesmo.
- Renato! Justamente quem eu precisava ver – disse Mariana feliz abraçando o amigo ignorando os olhares mortíferos que Felipe lançava para os dois.
- Precisa de mim pra que? Conta pra mim gatinha – Renato indagou usando o tom sedutor típico.
- Eu quero matar aula hoje, me ajuda? – Mariana pediu desviando o olhar do rosto de Julia que não acreditava no que estava ouvindo.
- Claro, quer ir pra onde? A minha casa fica vazia essa hora, que tal? – Renato propôs passando o braço em volta dos ombros dela.
- A gente decide isso no caminho – Mariana desconversou já indo em direção a rua.
sábado, 24 de julho de 2010
Sem intenção... (part. III)
Indo pela avenida que agora era apenas mais uma rua silenciosa os dois iam em direção a casa de Mariana entre risadas e brincadeiras.
Felipe sempre brincando e abraçando a amiga se lembra de Renato, um amigo de Marina que ele definitivamente não gosta nenhum pouquinho.
- Mari, o que o Renato tava querendo contigo aquele dia lá na escola? – Felipe perguntou mesmo tentando esconder sua curiosidade que estava clara.
- Ele queria conversar, por quê? – Mariana perguntou confusa por ele se lembrar de uma coisa que aconteceu a mais de uma semana.
- Eu não gosto do jeito que ele olha pra você, parece que quer te roubar só pra ele e eu não gosto disso, acho que o que ele quer com você não é apenas amizade – Confessou Felipe envergonhado pelo sentimento de posse que tinha sobre a amiga.
- Que coisa mais sem sentido isso que você disse, ele é só meu amigo, aliás, de quem que ele ia me roubar? Eu não sou de ninguém que eu saiba – Mariana disse olhando fixamente para Felipe.
- Ahh, eu não sei, você é minha amiga, como eu faço se ele te tirar de mim? Eu não posso ficar sem a minha amiga – Felipe murmurou indo abraçar a amiga.
Marina desviou do abraço e sentindo seu coração apertar pelo termo ‘amiga’ e não ‘namorada’ ou algo assim olhou para ele e saiu andando deixando Felipe sem entender nada com a única solução de correr atrás da amiga, na frente da casa dela ele a alcança e segurada no seu braço olha nos seus olhos indagando.
- O que eu disse de errado? Você não é mais a minha amiga então? Você é indispensável na minha vida, eu preciso da tua amizade como preciso de ar. Como eu faria sem você? – Questionou Felipe segurando firme o braço de Mariana que agora olhava para o vazio segurando uma lagrima.
- Você não disse nada de errado, eu que não me contento com a tua amizade - Mariana confessou olhando pra baixo.
- A minha amizade já não é o suficiente pra você? Você prefere a amizade do Renato então? – Felipe pergunta nervoso sentindo a sua força esvair a cada palavra que ouvia
- Não é isso! Pra variar você entendeu tudo errado – Disse Mariana já deixando as lagrimas que teimavam em embaçar sua visão caírem.
- O que eu entendi de errado? Conta-me Mari, e porque você esta chorando? – Perguntou Felipe agoniado ao ver o rosto triste de Mariana.
- O problema é que eu sempre me apaixono pelo cara errado, mas dessa vez eu me superei e fui logo me apaixonar pelo mais lento da face da Terra! – exclamou Mariana com a mão pro céu.
Com um puxão se libertou do aperto de Felipe que com o choque das palavras ficou estático, e então ela entrou no portão e foi em direção a porta da frente.
- Então o cara que eu ouvi você comentando com a Julia? Dizendo um monte de coisas boas sobre ele, esse cara... – Quando Felipe foi terminar a frase, faltaram forças para continuar e Mariana continuou.
- Infelizmente é você, não posso mandar nisso. – dito isso Mariana entrou em casa e fechou a porta sem nem olhar para traz.
Depois que Felipe se recuperou da surpresa não restou nada além de ir para casa pensar nas informações que recebeu e com milhões de perguntas na sua cabeça tentou ligar varias vezes durante a noite, ele tinha que falar com ela e tentar entender o que aconteceu, o que mudou entre eles pra ela se apaixonar pelo homem mais idiota que ele conhecia, ele mesmo. Depois de horas revirando na cama Felipe se lembrou de alguém que poderia ajudar e com certeza não ia se negar a ajudar, Julia. Com esse pensamento o sono acabou vindo em volta de 05h30min da manhã.
continuar...
Felipe sempre brincando e abraçando a amiga se lembra de Renato, um amigo de Marina que ele definitivamente não gosta nenhum pouquinho.
- Mari, o que o Renato tava querendo contigo aquele dia lá na escola? – Felipe perguntou mesmo tentando esconder sua curiosidade que estava clara.
- Ele queria conversar, por quê? – Mariana perguntou confusa por ele se lembrar de uma coisa que aconteceu a mais de uma semana.
- Eu não gosto do jeito que ele olha pra você, parece que quer te roubar só pra ele e eu não gosto disso, acho que o que ele quer com você não é apenas amizade – Confessou Felipe envergonhado pelo sentimento de posse que tinha sobre a amiga.
- Que coisa mais sem sentido isso que você disse, ele é só meu amigo, aliás, de quem que ele ia me roubar? Eu não sou de ninguém que eu saiba – Mariana disse olhando fixamente para Felipe.
- Ahh, eu não sei, você é minha amiga, como eu faço se ele te tirar de mim? Eu não posso ficar sem a minha amiga – Felipe murmurou indo abraçar a amiga.
Marina desviou do abraço e sentindo seu coração apertar pelo termo ‘amiga’ e não ‘namorada’ ou algo assim olhou para ele e saiu andando deixando Felipe sem entender nada com a única solução de correr atrás da amiga, na frente da casa dela ele a alcança e segurada no seu braço olha nos seus olhos indagando.
- O que eu disse de errado? Você não é mais a minha amiga então? Você é indispensável na minha vida, eu preciso da tua amizade como preciso de ar. Como eu faria sem você? – Questionou Felipe segurando firme o braço de Mariana que agora olhava para o vazio segurando uma lagrima.
- Você não disse nada de errado, eu que não me contento com a tua amizade - Mariana confessou olhando pra baixo.
- A minha amizade já não é o suficiente pra você? Você prefere a amizade do Renato então? – Felipe pergunta nervoso sentindo a sua força esvair a cada palavra que ouvia
- Não é isso! Pra variar você entendeu tudo errado – Disse Mariana já deixando as lagrimas que teimavam em embaçar sua visão caírem.
- O que eu entendi de errado? Conta-me Mari, e porque você esta chorando? – Perguntou Felipe agoniado ao ver o rosto triste de Mariana.
- O problema é que eu sempre me apaixono pelo cara errado, mas dessa vez eu me superei e fui logo me apaixonar pelo mais lento da face da Terra! – exclamou Mariana com a mão pro céu.
Com um puxão se libertou do aperto de Felipe que com o choque das palavras ficou estático, e então ela entrou no portão e foi em direção a porta da frente.
- Então o cara que eu ouvi você comentando com a Julia? Dizendo um monte de coisas boas sobre ele, esse cara... – Quando Felipe foi terminar a frase, faltaram forças para continuar e Mariana continuou.
- Infelizmente é você, não posso mandar nisso. – dito isso Mariana entrou em casa e fechou a porta sem nem olhar para traz.
Depois que Felipe se recuperou da surpresa não restou nada além de ir para casa pensar nas informações que recebeu e com milhões de perguntas na sua cabeça tentou ligar varias vezes durante a noite, ele tinha que falar com ela e tentar entender o que aconteceu, o que mudou entre eles pra ela se apaixonar pelo homem mais idiota que ele conhecia, ele mesmo. Depois de horas revirando na cama Felipe se lembrou de alguém que poderia ajudar e com certeza não ia se negar a ajudar, Julia. Com esse pensamento o sono acabou vindo em volta de 05h30min da manhã.
continuar...
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Sem intenção... (part. II)

Depois de se despedir corretamente de sua amiga, Mariana resolve dar uma volta para pensar no que fazer de sua vida já que ela não sabia se declarava seu amor ou se corria de Felipe que no caso era seu melhor amigo.
Passando pela avenida ensolarada indo em direção a sua cafeteria preferida, decide mudar o rumo e ir ao parque para ter um pouco de sossego e fugir das lembranças que a cafeteria iria lhe trazer.
Chegando ao parque encontra o lugar perfeito, uma árvore perto de um campo improvisado de futebol, o que menos esperava era ver seu sonho/pesadelo em meio aos garotos que jogavam animados e com os gritos e comemorações seus olhares se cruzaram Mariana estática vendo o que menos precisava para apenas tomar uma decisão, era o que simplesmente ela queria uma decisão.
Seus olhares presos um ao outro sem nem ao menos piscar Felipe sorri e desvia o olhar ao escutar seu nome sendo chamado, enquanto isso tudo que Mariana conseguia pensar era “porque mesmo eu não fui à cafeteria? A é, eu queria um lugar que não me lembrasse ele, parabéns Mariana você fez uma ótima escolha”
Arrependida até os fios dos cabelos por não ter ido a sua cafeteria mesmo tendo ótimos momentos com seu amigo lá conversando e tomando o melhor chocolate quente da cidade, decide ficar e ler um livro que estava na sua bolsa
- Pior que esta não da pra ficar – Dizendo isso para si mesma ela abre a bolsa e pega seu livro de romance e começa a ler esquecendo-se do mundo à volta até sentir o perfume característico e a presença dele, Felipe.
- Veio-me ver jogar? – Disse Felipe surpreso pela presença da amiga.
- Na verdade eu nem sabia que você estava jogando hoje aqui no parque, eu vim atrás de um pouco de paz - Respondeu com sinceridade ao amigo
- Como que não sabe? Eu já te chamei tantas vezes pra vir-me ver acabar com esses moleques. – Retrucou Felipe lembrando que já havia convidado a amiga para ir aos sábados no parque para torcer por ele e sair para conversar depois.
- Mesmo? Eu nem lembrava – Confessa ela com vergonha.
- Sei, mas porque precisa de tanta paz assim? Ta difícil na sua casa? – Perguntou Felipe preocupado.
- Não, é que sei lá, eu precisava sair de casa um pouco – Mariana disse desviando o olhar.
- Hum, já que você está ai e pelo visto vai ficar aqui não é mesmo? Quer ir à cafeteria da Ana depois?Ando com vontade de ir lá há dias, mas me falta uma boa companhia – Felipe pediu com um sorriso no rosto.
- Claro, vamos sim. Depois do seu jogo – Aceitou Mariana sem poder negar algo para os olhos castanhos profundos que agora lhe fitavam.
Quando Felipe voltou ao jogo no livro parecia que as letras tinham fugido só para Mariana prestar atenção no jogo e sonhar com um futuro que podia ser com os dois juntos, um futuro que ela queria e que tanto desejava.
Passou mais de uma hora e já estava escurecendo, ela tinha que ir embora mais não sem dar um beijo em Felipe, pelo menos um beijo no rosto como sempre.
Se levantou e foi para a beira do mini campo improvisado esperando que ele a visse e fosse falar com ela.
- Lipe, eu estou indo porque esta tarde e a nossa cafeteria vai ter que ficar pra depois – Disse Mariana com a voz triste.
- Não vou te deixar ir sozinha, eu vou com você, só espera eu ir pegar as minhas coisas e já venho pra levar a milady até sua residência – disse Felipe se curvando em reverencia diante a amiga.
- Deixa de ser bobo, eu posso ir sozinha, não precisa se preocupar comigo – Mariana disse já indo rumo à rua.
- Bobo nada, eu vou te levar e ponto final até porque eu não quero a tia Carmem brigando comigo porque a filhinha dela anda desprotegida por ai! – Felipe disse fazendo pose de Super Homem.
- OK Super Homem, vamos embora então – disse Marina rindo e puxando o amigo pelo braço.
Continua...
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Sem intenção... (part. I)

- Julia, o Lipe é tão fofo que da vontade de apertar – Exclamou Mariana pelo telefone suspirando.
- Calma Mariana eu já entendi, ele é legal e você gosta dele. – Disse Julia entre risos, jurando que poderia ver sua amiga escondendo o rosto naquele momento como ela fazia quando não queria que Julia fosse tão direta.
- Não fale assim, é eu até gosto um pouquinho dele - falou de modo manhoso fazendo bico em sinal de teimosia, em frente ao espelho.
- Será que eu vou ter que até ai fazendo esse super esforço pra você admitir isso? – perguntou Julia de modo desafiador.
- UAU! Que super esforço, atravessar a rua – debochou Mariana que sabia que com certeza em menos de 2 minutos e meio sua amiga estaria gritando para que ela abrisse o portão para ela.
- Ok. Você me venceu faço esse super esforço, to indo – disse Julia já procurando as chaves e desligando o telefone.
Mariana entre risos foi abrir o portão para que começasse a sessão ‘Fazendo Mariana confessar’ ela sabia o que viria a seguir, muitas risadas e a resposta que Julia tanto queria.
As duas se cumprimentaram com um abraço digno delas e após passar pela sala e Julia falar rapidamente com a mãe de Mariana, Carmen. Elas subiram para o quarto.
- Então, vai me contar os detalhes de tudo isso ou não? – Disse Julia fazendo cócegas em Mariana que já estava sem ar de tanto rir.
- Conto se você me deixar respirar – disse ela recuperando a respiração quando acabaram as cócegas.
- Ok, agora que eu parei você pode ir falando – pressionou Julia olhando firme para a amiga
- Ta, ele é um pouquinho importante demais pra mim- disse Mariana afundando o rosto em meio às almofadas.
- Isso foi confuso, mais eu entendi – Julia disse entre gargalhadas pela face corada da amiga. – eu não sei por que tanta vergonha, eu já te contei coisas bem piores e você levou na boa – disse Julia se lembrando do seu namorado, e no que sua amiga Mariana sabia sobre tudo deles.
- É que não é comigo, contigo fica muito mais fácil – respondei ela já recuperada da falta de ar e da vergonha que acabara de passar.
- Ta bem então, e o que tu vai fazer a respeito disso? – questionou Julia com seus olhos brilhando de curiosidade.
- Eu não sei, ele não diz e nem faz nada a esse respeito, prefiro deixar do jeito que está é no mínimo mais saudável pra mim – disse derrotada Mariana olhando para baixo
- Talvez sim ou talvez não - disse Julia pensando
- Não entendi – Mariana disse com cara de ponto de interrogação
- É simples meu Amendoim cor de rosa sabor uva – disse Julia arrancando mais uma risada de sua amiga. –É mais simples que andar pra frente, não tem como você saber alguma coisa se você não tentar.
- É. Talvez – disse Mariana olhando para o nada pensando
- Talvez nada, é CONCERTEZA – disse Julia com um sorriso no rosto, sorriso que Marina já conhecia. Um sorriso que dizia ‘escute o que eu digo, eu estou certa’
- Então, lá vamos nós. O que eu tenho que fazer? – suspirando Mariana se rendeu para o plano da amiga.
- Ainda não sei, mas vou descobrir – disse Julia fazendo pose de ‘o pensador’
- Nem creio que você ainda não tem um plano. – Mariana disse se jogando na cama a ao lado da amiga.
- Qual é?! Eu não sou uma maquina de plano perfeitos – disse Julia fingindo indignação
- Como se algum plano seu desse certo – disse Mariana por baixo da respiração
- O que você disse? – desafiou Julia
- Nada não – disse Mariana com um sorriso forçado para a amiga
- Sei... – disse Julia desconfiada. –Bom, eu vou pensar em alguma coisa e já vou indo porque mais tarde o Marcelo vai lá e casa – disse Julia piscando para a amiga.
- Ok, vai lá sua safi’s – Mariana disse rindo sozinha logo após o baque da porta.
- EI, eu não sou safis – Disse Julia forçando uma carinha de anjo.
- Você finge que é e eu finjo que acredito, fazemos assim. Agora vai. – Disse Mariana empurrando a amiga pra fora do quarto.
- Já que é assim, eu vou mesmo. Tchau Amendoim – Se despediu com um sorriso.
Continua...
terça-feira, 20 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Detesto...

Detesto como me faz agir como uma tola encantada apenas por me dizer meia dúzia de palavras doces,
Detesto quando meu coração acelera contra minha vontade apenas porque você disse que talvez gostasse de mim o mínimo provável,
Detesto o modo de quando sonho com você e sempre que acabo despertando fico querendo imediatamente voltar a dormir para ter você um pouco mais de tempo,
Detesto como me sinto completamente entediada sem sua presença que mesmo que me irrite me faz rir também, porém eu adoro quando você aparece e me tira do escuro, me tira do silencio deixando meu tempo mais curto e ao mesmo tempo mais produtivo, mesmo que estejamos apenas jogando papo fora... Eu adoro você...
Detesto quando meu coração acelera contra minha vontade apenas porque você disse que talvez gostasse de mim o mínimo provável,
Detesto o modo de quando sonho com você e sempre que acabo despertando fico querendo imediatamente voltar a dormir para ter você um pouco mais de tempo,
Detesto como me sinto completamente entediada sem sua presença que mesmo que me irrite me faz rir também, porém eu adoro quando você aparece e me tira do escuro, me tira do silencio deixando meu tempo mais curto e ao mesmo tempo mais produtivo, mesmo que estejamos apenas jogando papo fora... Eu adoro você...
sábado, 10 de julho de 2010
Sonhar e sorrir...

A primeira reação de sonhar é sorrir,
Sonhamos para fugir,
Fugir da realidade que nos cerca e repreende,
Fugir de pessoas que alimentam a inveja, isso me surpreende,
Pessoas assim deviam ser isoladas,
Longe de todos, em uma ilha, ilha que ficaria super lotada,
Quando sonho com isso, até sorrio,
Penso como seria ótimo um mundo assim, com até mais brilho,
Sonhar com isso só faz bem,
Faz bem para a alma, para o coração e nos deixa bem,
Faz bem para a vida, de bem com o mundo,
Deixe essas pessoas invejosas de lado, corra e veja o por do Sol e continue sonhando,
Sonhando e sorrindo para todos os lados,
Não pense que agradara a todos,
Mas sempre siga... Com um sorriso no rosto...
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Amizade além de fronteiras...
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Como é bom ter alguém em quem confiar alguém para fazer companhia em dias de tédio, poder contar segredos e mesmo em dias de péssimo humor saber que se você sair distribuindo patas elas vão entender o porquê disto.
Amigos (as) é algo para a vida toda e mesmo com a distância ou com a mudança de rumos sem vão ter um tempo para se encontrar e colocar o papo em dia.
Ame seus amigos (as), pois o amor vem e vai, mas a amizade permanece e no futuro quando se sentir sozinho (a) vai lembrar-se dos tempos em que ligava para as amigas e se juntavam para comer brigadeiro e falar muito sobre tudo, logo depois de lembrar... Realmente ligue.
Beijos ;)
Amigos (as) é algo para a vida toda e mesmo com a distância ou com a mudança de rumos sem vão ter um tempo para se encontrar e colocar o papo em dia.
Ame seus amigos (as), pois o amor vem e vai, mas a amizade permanece e no futuro quando se sentir sozinho (a) vai lembrar-se dos tempos em que ligava para as amigas e se juntavam para comer brigadeiro e falar muito sobre tudo, logo depois de lembrar... Realmente ligue.
Beijos ;)
sábado, 3 de julho de 2010
Leva com você...

Entrego-te meu coração e junto com ele levas minha alma de brinde, pois sem você meu coração não me serve para nada, ele não bate. E nem minha alma que já que ela só existe da esperança de ter você aqui comigo. Você pode estar considerando isso um exagero de minha parte, mas não é isso. É apenas meu lado meloso vindo à tona novamente, igual quando falo com você, ele sempre surge me tornando uma tola que diz coisas sem pensar.
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